SANTIFICAÇÃO Podemos dizer que santificação era uma das características encontradas no homem, em seu estado ORIGINAL. Quando Deus criou o homem o dotou de características, como: retidão, sabedoria, santidade, etc... Essas características no homem, refletem A IMAGEM DE DEUS, pois Deus é santo, justo, misericordioso, longânimo... Vale salientar que só o HOMEM, e nenhuma outra criatura, teve o privilégio de ser feito à imagem e semelhança de DEUS. APÓS A QUEDA: O homem perdeu a sua condição original (neste caso, a santidade) A NOVA CONDIÇÃO DO HOMEM: As vossas iniquidades fazem separação entra vós e o vosso Deus ...(Is 59:2) Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus ... (Rm 3:23) DEUS ABOMINA O PECADO, MAS POR AMOR AO PECADOR, PROVIDENCIA SEU RESGATE Está escrito: Deus não quer que alguns as percam, senão todos se arrempendam ... (II Pe 3:9) O Apóstolo Pedro escreveu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO, para perdão dos pecados ... (At 2:38) JÁ QUE O HOMEM NADA PODE FAZER PARA SALVAR A SI MESMO, DEUS TOMA A INICIATIVA: O Espírito Santo convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8) NO PLANO DE SALVAÇÃO OFERECIDO POR DEUS, ENCONTRAMOS AS DOUTRINAS BÁSICAS, NO INÍCIO DA SALVAÇÃO: Arrependimento/Fé/Regeneração/Justificação/Adoração e Oração - Essas doutrinas formam o alicerce da vida Cristã no seu início. A SANTIFICAÇÃO: é mais uma das doutrinas da salvação, mas trata da salvação na sua continuação (é um processo contínuo). QUE SIGNIFICA SANTIFICAR?... Santificar significa (separar, apartar) Quer Dizer: Deus nos aparta do mundo e também aparta o mundo de nós (Deus nos ampara, nos protege). TRATAREMOS DA SANTIFICAÇÃO EM TRÊS FASES:1-Santificação Instantânea ou Posicional - Ocorre instantaneamente, quando nos convertemos. O crente foi separado por meio da sua posição. Neste sentido, todos os crentes são chamados de santos, sem levar em consideração suas conquistas espirituais. Somos o que somos espiritualmente falando, pela posição na qual Deus nos colocou: Posição de salvos/Posição de filhos/Posição de Justos/Posição de santos. (Ef 1:1) - Aos santos que estão em Éfeso (I Co 6:11) - Haveis sido lavados, santificados, justificados... em Cristo VALE SALIENTAR QUE ESTA SANTIFICAÇÃO POSICIONAL É BASEADA NA MORTE DE CRISTO(Hb 10:10) - ...temos sido santificados mediante a oferta do corpo de Cristo NO CASO DOS CORÍNTIOS, A FALTA DE SANTIDADE DE VIDA ESTÁ BEM EVIDENTE:(I Co 3:1) - Eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, porque ainda sois carnais (I Co 11:17,18) - Não vos louvo, porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior... ouço falar que há entre vós, contendas, intrigas. O APOSTOLO PAULO TAMBÉM REPREENDEU OS IRMÃOS (SANTOS) GÁLATAS(Gl 3:1) - Ó insensato gálatas, quem vos desviou para não obedecerdes a verdade? II - Santificação Progressiva ou (Experimental) - No sentido posicional, ninguém é mais santo que os demais, mas no aspecto vivencial é bastante correto falar que determinada pessoa é mais santa ou mais espiritual que outra. Na santificação posicional, DEUS já separou para si mesmo todo aquele que crê em Cristo; agora, na santificação progressiva, é a vez do crente se separar para Deus, para ser usado por Ele. DEVEMOS COMPREENDER QUE CRESCEMOS EM SANTIFICAÇÃO e não, que crescemos até alcançar a santificação. A santificação progressiva, continua por toda a vida. É um progresso contínuo. Todas as exortações bíblicas sobre crescimento espiritual, são pertinentes a esta faceta progressiva e experimental da santificação. (II Pe 3:18) - Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. (Fp 2:12) - ...desenvolvei a vossa salvação, com temor e tremor OBS: o aspecto progressivo da santificação é o que a Bíblia chama de o aperfeiçoamento sa santificação. (II Co 7:1) - Ora, irmãos, purifiquemo-nos, aperfeiçoando a santificação (Ef 4:12) - ...querendo o aperfeiçoamento dos santos... III - Santificação (futura) ou definitiva - Neste aspecto nenhum crente será totalmente santificado nesta vida, pois a Santificação Futura só será completa com a vinda de Cristo. (I Jo 3:2) - Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é. - Nesta vida, FOMOS LIVRADOS da culpa e castigo do pecado, - ESTAREMOS SENDO salvos do poder do pecado -SEREMOS SALVOS, NO FINAL até da presença do pecado (Nossa salvação da presença do pecado terá lugar quando virmos o SENHOR) (Hb 12:22,23) - ...Mas chegastes ao Monte Sião e à Cidade de Deus... ...Universal Assembléia e Igreja dos primogênitos... ...inscritos nos céus! O CORPO DO CRENTE SERÁ, ENTÃO, GLORIFICADO E SE TORNARÁ O INSTRUMENTO PERFEITO DE OBEDIÊNCIA A DEUS(Fp 3:20,21) - Mas a nossa Cidade está nos céus, de onde vem o Senhor e transformará o nosso corpo de humilhação... (Rm 8:23) - ...Esperamos a rendeção do nosso corpo... “Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados” (1 Pe 2.24). [1] Introdução: a. 3 tempos da salvação: justificação — espírito (passado); santificação — alma (presente); glorificação — corpo (futuro). b. Santificação não é: destruição da natureza humana (impecabilidade); segunda bênção; batismo (ou enchimento) do Espírito Santo; dons e ministérios. c. Santificação é: processo contínuo pelo qual o Espírito Santo produz semelhança com Cristo e no qual Deus gera todas as coisas e o cristão participa em todas as coisas (“desenvolvei”; “querer e “realizar” Fp 2.13). Na verdade,é deus que produz em vós tanto o querer como o fazer conforme o seu agrado d. Separação: separado DO mundo consagrado PARA Deus; “remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo especial, zeloso de boas obras” (Tt 2.14). e. 2 erros comuns: legalismo (confundir justificação e santificação) e antinomismo (dissociar justificação de santificação). [2] Deus e o homem na santificação: a.Textos bíblicos:
b. Monergismo: na justificação, Deus opera em nosso favor, sem qualquer participação humana; a obra da cruz é semelhante à mesa posta em um banquete; tudo foi feito e é oferecido de graça; basta aceitar e se servir. c. Sinergismo: na santificação, Deus opera em nós, conosco; ele convence, inspira, efetua o querer e o poder fazer o bem, mas passa tudo pela nossa vontade. d. Graça eficaz: envolve atividade e passividade. i.Paulo: “e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã, antes trabalhei ... todavia não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Co 15.10; ver Cl 1.28,29). ii.Jonathan Edwards: “Na graça eficaz não somos meramente passivos, nem ainda Deus faz um pouco e nós fazemos o restante. Mas Deus faz tudo, e nós fazemos tudo. Deus produz tudo, e nós agimos em tudo. Pois é isso que Ele produz, isto é, os nossos atos. Deus é o único verdadeiro autor e a única verdadeira fonte; nós somos tão-somente os verdadeiros agentes. Somos, em diferentes aspectos, totalmente passivos e totalmente ativos”. iii.Deus: opera todas as coisas — o homem é passivo, isto é, ele não pode gerar nada; mas o homem é convocado a prestar, a reagir com obediência — o homem é ativo porque a graça não viola a nossa constituição. [3] Responsabilidade do homem[i]: a."Assim, pois" — o modelo é Cristo (Fp 2.5-11). b.“Amados meus" (Fp 4:2,3): somos amados e plenamente aceitos em Cristo. c. "Como sempre obedecestes" — (hupakouo) significa literalmente "atender à porta", "obedecer, como resultado de ouvir". d."Não só na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência" — recursos e responsabilidades individuais. e."Desenvolvei a vossa salvação" — imperativo "esforçai-vos incessantemente para desenvolver a vossa salvação"; “operai” — denota esforço contínuo (1Co 15.10; Cl 1.29); não é ordem para incrédulos (não é ganhar a salvação), mas para crentes, para que se esforcem e sejam diligentes no viver santo (2 Co 7.1; Ef 4.1); não é "trabalhem pela salvação", mas "trabalhem na salvação" em direção à consumação da fé, em busca da santidade. f. "Com temor e tremor" — o pecado traz conseqüências e por isto devemos andar em santidade com temor (gr. phobos, fobia) e tremor (gr. tromos, trauma); Paulo usa esta expressão em relação à obediência (2Co 7.15; Ef 6.5); temor de ofender a Deus, temor de pecar, de desonrar a Deus, do colapso moral, de entristecer a Deus e assim trazer a correção divina (ls 66.2, 5). g.Conclusão: a santidade exige esforço, não é algo fácil, pois significa ter disciplina, seguir a Jesus, ser obediente à Palavra, exercitar os dons, avaliar as conseqüências do pecado e temer a Deus. [4] Ação de Deus: a."É Deus...": ele dá o crescimento (1 Co 3) opera o que é sua vontade (Rm 8:30). b.“efetua...": gr. energeo é energia ativa e produtiva; poder que opera o nosso progresso espiritual, a nossa santificação (Fp 1:6). c. “em nós”: Deus "é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ..., conforme o Seu poder que opera em nós" (Ef 3.20; 2 Co 6:16). d.“o querer (gr. thelo, inclinação) e o realizar”: Deus nos impulsiona a querer e a realizar, dá o desejo e a habilidade; dá desejos santos, agradáveis a Ele; “tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13). e.Como: (a) Ele opera insatisfação com a nossa natureza carnal; (b) Ele dá desejo pelas coisas santas e puras; (c) Deus dá desejo de Lhe agradar, de causar satisfação e isso resulta em um proceder santo. f. “segundo a Sua boa vontade”: (gr. eudokia, satisfação ou agrado); Deus opera o que Lhe agrada, isto é, o desenvolver a nossa salvação com temor e tremor. g. Relacionamento: queremos agradar a quem amamos; causar satisfação Àquele que perdoa as nossas iniqüidades, resgata-nos da condenação eterna.
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Estudos Biblicos Santificação
sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Marcadores: ESTUDO BIBLICO SANTIFICAÇAO Seja o primeiro a comentar!
Justificação e Santificação: Qual É a Diferença?
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Compreender a diferença entre Justificação e Santificação pode ser tão importante quanto entender a diferença entre salvação e condenação. Saber separar as duas coisas é de importância fundamental para o cristão. Quando você entende o que elas são, você pode finalmente dizer: "Isto é o que salva. Isto não é o que salva".
A Justificação é a obra de Deus na qual a retidão de Jesus é imputada ao pecador e assim, o pecador é declarado por Deus como sendo íntegro diante da Lei (Rm 4:3; 5:1,9; o Gl 2:16; 3:11). Esta retidão não é obtida nem retida por qualquer esforço dos salvos. A Justificação é uma ocorrência instantânea que tem como resultado a vida eterna. É completamente e somente baseada no sacrifício de Jesus na cruz (1 Pe 2:24) e é recebida por fé somente (Ef 2:8-9). Nenhuma obra é necessária para se obter a Justificação. Caso contrário, ela não seria um presente (Rm 6:23). Então, nós somos justificados pela fé (Romanos 5:1).
Por outro lado, a Santificação envolve o trabalho da pessoa salva. Mas, ainda assim, é Deus quem trabalha no cristão para produzir mais do Seu caráter e vida na pessoa que já está justificada (Fp 2:13). A Santificação não é instantânea, porque não é só trabalho de Deus. A pessoa justificada é ativamente envolvida no processo, submetendo-se a Deus, resistindo ao pecado, buscando santidade e trabalhando para ser mais santo (o Gl 5:22-23). Significativamente, a Santificação não tem nenhuma implicação na justificação. Ou seja, até mesmo se nós não vivemos uma vida perfeita, nós ainda estamos justificados.
Onde a Justificação é uma declaração legal que é instantânea, a Santificação é um processo. Enquanto a Justificação vem de fora de nós, de Deus, a Santificação vem de Deus para dentro de nós, pelo trabalho do Espírito Santo, conforme a Bíblia. Em outras palavras, nós contribuímos para a Santificação com nossos esforços. Em contrapartida, nós não contribuímos para nossa Justificação por nossos esforços.
Isto significa que os justificados pela graça podem pecar tanto quanto quiserem?
Em Romanos 6:1-2 lemos: Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?
1Ts. 4:7 diz: porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.
As Escrituras ensinam que nós devemos viver vidas santas e evitar o pecado (Cl 1:5-11). Só porque nós somos salvos e eternamente justificados diante de Deus (Jo 10:28), isso não é nenhuma desculpa para continuar no pecado do qual nós fomos salvos. Claro que, todos nós pecamos (1 Jo 1:8). Mas a guerra entre os salvos e o pecado é contínua (Rm 7:14-20) e não será antes do retorno de Jesus que nós seremos libertados deste corpo de morte (Rm 7:24). Buscar o pecado continuamente e usar a graça de Deus para desculpar-se é o mesmo que pisotear o sangue de Cristo sob os pés (Hb 10:29) e revela a verdadeira natureza de pecado da pessoa, uma natureza de uma pessoa não-salva. (1 Jo 2:4; 2:19). (Outro versos que confirmam isso são: Hb 12:14; 1 Pe 1:14-16; e 1 Pe 2:21-22.)
O que as seitas fazem com justificação e santificação?
As seitas toldam os significados das duas condições constantemente e desviam as verdades ensinadas na Palavra de Deus. O resultado é uma teologia de retidão de obras, de salvação como recompensa, que na verdade só conduz à condenação. Isto porque pelas obras da Lei nenhuma carne será justificada (Gl 2:16). O homem não pode contribuir para sua salvação(Gl 5:1-8). Porque o homem é pecador e mesmo suas melhores ações estão manchadas e imundas diante de Deus (Is 64:6). Então, para uma pessoa se corrigir diante de Deus, o trabalho só pode ser do próprio Deus (Gl 2:20).
Tipicamente, nas teologias das seitas, uma pessoa não é justificada (declarada íntegra aos olhos de Deus) até o dia final de julgamento, quando os trabalhos dela serão pesados e será verificado se ela foi achada merecedora de um lugar com Deus. Assim, uma pessoa com esta teologia errante não pode reivindicar 1 Jo 5:13 que diz, Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.
Contextualmente, "Estas coisas" referem-se a amar a Deus e ser obediente a Ele, crer em Cristo, e na vida eterna em Jesus. Então, 1 Jo 5:13 pode ser considerado um teste. Se você está crendo e está fazendo as coisas certas, então você saberá se você tem a vida eterna. Um membro de uma seita pode saber que ele tem a vida eterna? Não. Ele não pode. Mas um Cristão pode.
As pessoas que estão em seitas não entendem a diferença entre Justificação e Santificação. Por isso elas têm que depender de um esforço cooperativo com Deus para ter seus pecados perdoados, o que é, essencialmente, combinar os trabalhos imundos de homem (Is 64:6) com o trabalho santo de Deus. Mas as obras de Deus e do homem não se misturam. Conseqüentemente, a salvação é por Graça e por Fé, somente. Acreditar em qualquer outra coisa é perder a salvação.
A Justificação é a obra de Deus na qual a retidão de Jesus é imputada ao pecador e assim, o pecador é declarado por Deus como sendo íntegro diante da Lei (Rm 4:3; 5:1,9; o Gl 2:16; 3:11). Esta retidão não é obtida nem retida por qualquer esforço dos salvos. A Justificação é uma ocorrência instantânea que tem como resultado a vida eterna. É completamente e somente baseada no sacrifício de Jesus na cruz (1 Pe 2:24) e é recebida por fé somente (Ef 2:8-9). Nenhuma obra é necessária para se obter a Justificação. Caso contrário, ela não seria um presente (Rm 6:23). Então, nós somos justificados pela fé (Romanos 5:1).
Por outro lado, a Santificação envolve o trabalho da pessoa salva. Mas, ainda assim, é Deus quem trabalha no cristão para produzir mais do Seu caráter e vida na pessoa que já está justificada (Fp 2:13). A Santificação não é instantânea, porque não é só trabalho de Deus. A pessoa justificada é ativamente envolvida no processo, submetendo-se a Deus, resistindo ao pecado, buscando santidade e trabalhando para ser mais santo (o Gl 5:22-23). Significativamente, a Santificação não tem nenhuma implicação na justificação. Ou seja, até mesmo se nós não vivemos uma vida perfeita, nós ainda estamos justificados.
Onde a Justificação é uma declaração legal que é instantânea, a Santificação é um processo. Enquanto a Justificação vem de fora de nós, de Deus, a Santificação vem de Deus para dentro de nós, pelo trabalho do Espírito Santo, conforme a Bíblia. Em outras palavras, nós contribuímos para a Santificação com nossos esforços. Em contrapartida, nós não contribuímos para nossa Justificação por nossos esforços.
Isto significa que os justificados pela graça podem pecar tanto quanto quiserem?
Em Romanos 6:1-2 lemos: Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?
1Ts. 4:7 diz: porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.
As Escrituras ensinam que nós devemos viver vidas santas e evitar o pecado (Cl 1:5-11). Só porque nós somos salvos e eternamente justificados diante de Deus (Jo 10:28), isso não é nenhuma desculpa para continuar no pecado do qual nós fomos salvos. Claro que, todos nós pecamos (1 Jo 1:8). Mas a guerra entre os salvos e o pecado é contínua (Rm 7:14-20) e não será antes do retorno de Jesus que nós seremos libertados deste corpo de morte (Rm 7:24). Buscar o pecado continuamente e usar a graça de Deus para desculpar-se é o mesmo que pisotear o sangue de Cristo sob os pés (Hb 10:29) e revela a verdadeira natureza de pecado da pessoa, uma natureza de uma pessoa não-salva. (1 Jo 2:4; 2:19). (Outro versos que confirmam isso são: Hb 12:14; 1 Pe 1:14-16; e 1 Pe 2:21-22.)
O que as seitas fazem com justificação e santificação?
As seitas toldam os significados das duas condições constantemente e desviam as verdades ensinadas na Palavra de Deus. O resultado é uma teologia de retidão de obras, de salvação como recompensa, que na verdade só conduz à condenação. Isto porque pelas obras da Lei nenhuma carne será justificada (Gl 2:16). O homem não pode contribuir para sua salvação(Gl 5:1-8). Porque o homem é pecador e mesmo suas melhores ações estão manchadas e imundas diante de Deus (Is 64:6). Então, para uma pessoa se corrigir diante de Deus, o trabalho só pode ser do próprio Deus (Gl 2:20).
Tipicamente, nas teologias das seitas, uma pessoa não é justificada (declarada íntegra aos olhos de Deus) até o dia final de julgamento, quando os trabalhos dela serão pesados e será verificado se ela foi achada merecedora de um lugar com Deus. Assim, uma pessoa com esta teologia errante não pode reivindicar 1 Jo 5:13 que diz, Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.
Contextualmente, "Estas coisas" referem-se a amar a Deus e ser obediente a Ele, crer em Cristo, e na vida eterna em Jesus. Então, 1 Jo 5:13 pode ser considerado um teste. Se você está crendo e está fazendo as coisas certas, então você saberá se você tem a vida eterna. Um membro de uma seita pode saber que ele tem a vida eterna? Não. Ele não pode. Mas um Cristão pode.
As pessoas que estão em seitas não entendem a diferença entre Justificação e Santificação. Por isso elas têm que depender de um esforço cooperativo com Deus para ter seus pecados perdoados, o que é, essencialmente, combinar os trabalhos imundos de homem (Is 64:6) com o trabalho santo de Deus. Mas as obras de Deus e do homem não se misturam. Conseqüentemente, a salvação é por Graça e por Fé, somente. Acreditar em qualquer outra coisa é perder a salvação.
SAIBA COMO ANDAR EM SANTIDADE
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Assunto: Não duvidar da advertência de Deus e CALÇAR OS PÉS!
Efésios- 6:15 – E calçar os pés na preparação do evangelho da paz,
Calçar os pés… colocar proteção nos pés para poder andar nos caminhos tortuosos aqui nesta terra. Dar proteção, guardar, ser orientado como andar com segurança.
Há pessoas, que não reverencia a Deus, na obediência, com temor. Profetizam aquilo que Deus não falou, nem são fiéis para com a Sua Palavra, dizem somente coisas agradáveis à carne, exige somente o mínimo de moralidade e ficam satisfeitas, não querem desviar dos caminhos tortuosos e voltar à fidelidade e santidade.
Há profetas e sacerdotes que tranqüilizam a nação com falsas seguranças, sem arrependimento sincero e o firme compromisso de obediência para com a Palavra de DEUS.
Não querem voltar ao caminho no poder do Espírito Santo e na fidelidade e retidão, em proclamar o Evangelho puro de Cristo.
Dedicar-se a uma vida de conformidade com a sã doutrina.
Atos- 7: 50,51,52 – Porventura não fez a minha mão todas estas coisas? Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais!
A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas.
Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes.
Apresentam-se a Deus com falsa Teologia vivendo desobediente à Palavra de Deus, julgando-se seguras no sangue de Cristo, confiando em falsas doutrinas, enganando a si mesmas, vivendo uma vida de pecados ocultos.
Mateus- 21: 13 -E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões. (Marcos- 11: 17,18; Lucas- 19:46).
Calçar os pés…Aprender com Cristo a se desviar do mal, e se preparar para caminhar num caminho de paz. Arrepender-se, voltar para Deus e deixar o mundo de pecado. Se preparar para uma vida de retidão e santificação conhecendo o Mestre e aprendendo com Ele.
Jesus Cristo é o “Caminho”, não podemos pegar atalhos, para não nos desviarmos do Caminho Verdadeiro.
Calçar a proteção nos pés…”Sandálias” para não cairmos em falsas doutrinas que nos levam a caminhos diferentes, fora do padrão de Jesus Cristo, atalhos perigosos que desvia-nos de Deus.
Quando arrependemos do pecado com sinceridade, devemos nos santificarmos e purificarmos no sangue de Cristo. Beber, comer, alimentar-se da “Palavra do Seu Evangelho” aprender com o Grande Mestre.
Uma ilustração de Cristo:
Mateus- 11: 29,30 – Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
JUGO- “1- Peça de madeira, em geral pesada, criada para encaixar-se por cima ao pescoço de dois animais (em geral dois bois) e ligada a um arado ou a um carro.
“2- Figura da escravidão e da opressão (1Reis- 12:4); ao contrário do “”jugo”" pesado da lei (Gálatas- 5:1), o jugo de JESUS é fácil de suportar (Mateus- 11:29,30). No Novo Testamento, claramente expressado pelo apóstolo Paulo proibindo assim o jugo desigual com os incrédulos (2Coríntios- 6:14).”
Quem já morou e viveu na roça sabe o que é ensinar um boi novo aprender a arar a terra sem estragar a plantação. Coloca-se o boi aprendiz junto com um boi velho de trabalho -“mestre”. Usa-se uma canga “jugo” para unir os dois. O boi novo será conduzido a caminhos retos sem desviar, nem para a direita e nem para a esquerda, para não estragar a plantação de seu dono, até que seja igual ao boi mestre. Isto é “proteção aos pés” para não entrar em caminhos estranhos. (falsas doutrinas).
O Castigo Santifica?
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A correção não concede a filiação, pois a filiação é por meio do novo nascimento. Somente após o homem nascer de novo, da água e do Espírito é que será disciplinado pelo Senhor. O cristão torna-se participante da santidade de Deus por ser gerado da semente incorruptível ( Ef 4:24 ), o que lhe dá a condição de filho. Não é a correção que dá a condição de filho. Após receber os que crêem em Cristo por filhos, Deus os corrige, e eles devem suportar a disciplina como filhos amados.
“... mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade”( Hb 12:10 )
A Disciplina Santifica?Alguns teólogos afirmam que a santificação se dá mediante a submissão à disciplina divina, e utilizam estes versículos para dar sustentação a tal posicionamento doutrinário: "Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade” ( Hb 12:1 -11), e "Mas, quando somos julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo” ( 1Co 11:32 ).
“Tornamos-nos participantes da santidade de Deus por intermédio da administração de castigo por nosso Pai Celeste, e por meio de nossa submissão ao mesmo castigo” BANCROFT, EMERY H., Teologia Elementar, ed. EBR, 2001, 10ª Impressão, Pág. 265 (grifo nosso).
Muitos por entenderem que a santificação divide-se em três fases, sendo uma delas PROGRESSIVA. Entendem que tal fase refere-se à vida terrena do cristão, e afirmam que a Santificação se dá por intermédio dos 'castigos' aplicados por Deus, e utilizam os versículos citados acima.
Porém, ao analisar os versículos dentro do contexto, temos a seguinte surpresa: o castigo de Deus não é para Santificação! A disciplina ou a correção de Deus não torna ninguém santo!
O início do capítulo doze da carta aos Hebreus é conclusão de uma idéia que teve inicio em capítulos anteriores “Portanto, visto que...” ( Hb 12:1 ). Nesta conclusão o escritor propõe que os cristãos corram com perseverança a carreira proposta, olhando firmemente para Cristo.
Dentro da conclusão o escritor apresenta um novo argumento solicitando aos cristãos que considerassem o quanto os pecadores se opuseram a Cristo: “Considerai aquele que suportou...” ( Hb 12:3 ). Ele apresenta dois argumentos para convencer os cristãos a perseverarem na fé (carreira proposta):
- Ainda não tinham resistido até o sangue ( Hb 12:4 );
- Não haviam chegado ao monte Sinai, mas sim ao monte Sião ( Hb 12:18 à 22).
O escritor apóia a sua argumentação em um verso do Livro de Provérbios que diz: “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaieis quando por ele fores repreendido, porque o Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo o que recebe por filho” ( Pv 3:11 ).
Com base neste versículo, o escritor da Carta aos Hebreus desenvolve o seguinte raciocínio dividido nas seguintes premissas:
- A correção é para disciplinar, instruir, corrigir ( Hb 12:6 );
- O tratamento dispensado por Deus aos Cristãos é como o tratamento que os pais dispensam a seus filhos ( Hb 12:7 );
- Que filho há que não necessite de correção?;
- Se alguém não sofre a disciplina é porque não é filho. Não passa de bastardo ( Hb 12:8 );
- Os pais (segundo a carne) corrigem e os filhos os respeitam, portanto, os cristãos são convidados a sujeitarem a Deus? ( Hb 12:9 );
- Os pais corrigem como bem lhes parece e por um período de tempo; mas Deus corrige “...para sermos participantes da sua santidade” ( Hb 12:10 ).
O escritor simplesmente demonstrou qual é o tratamento que Deus dispensa àqueles que são recebidos por filhos: a disciplina “Pois que filho há a quem o pai não corrige?”. Porém, a disciplina não promove a filiação divina, antes é a filiação que traz a disciplina.
A correção não concede a filiação, pois a filiação é por meio do novo nascimento. Somente após o homem nascer de novo, da água e do Espírito é que será disciplinado pelo Senhor.
O cristão torna-se participante da santidade de Deus por ser gerado da semente incorruptível ( Ef 4:24 ), o que lhe dá a condição de filho. Não é a correção que dá a condição de filho. Após receber os que crêem em Cristo por filhos, Deus os corrige, e eles devem suportar a disciplina como filhos amados.
Através da fé em Cristo, os cristãos foram de novo gerados. Estes não têm outro destino a não ser serem filhos por adoção (predestinados), ou seja, para quem esta em Cristo não há outro destino: são filhos de Deus.
Caso alguém não queira a posição de filho, que não venha a Cristo, visto que, todos quantos aceitarem a Cristo como Senhor, estes são recebidos por filhos (predestinados) “Em amor nos predestinou para sermos filhos de adoção...” ( Ef 1:5 ).
Os cristãos a quem Paulo estava escrevendo eram inculpáveis em meio a uma geração perversa, ou seja, geração que decorre da semente de Adão “... filhos de Deus inculpáveis...” ( Fl 2:15 ), e, por isso mesmo, participantes da santidade divina.
A idéia que o escritor aos Hebreus evidenciou aos cristãos é que se tornaram participantes da santidade divina (natureza). Para isso, ele se socorreu da exortação que admoesta os homens quando recebidos por filhos ( Pv 3:11 ).
Deus recebeu os cristãos por filhos e os trata como filhos “Deus vos trata como a filhos” ( Hb 12:7 ), e a disciplina que o cristão 'sofre' confirma que está de posse de uma nova condição em Cristo: é filho, e por isso, será corrigido e disciplinado pelo Pai.
A disciplina de Deus demonstra o cuidado que Ele dispensa aos seus filhos, que através de Cristo são legítimos, e não bastardos. Enquanto os pais naturais corrigem os seus filhos segundo um parecer próprio, Deus corrige os seus para que permaneçam participantes da sua Santidade.
O cristão é santo por ser participante da natureza divina ( 2Pe 1:4 ), e não porque sofre a correção. E ninguém, que ainda não é filho, será disciplinado por Deus, pois a correção só é para os filhos.
Se os cristãos considerarem que Cristo suportou a oposição dos pecadores contra si ( Hb 12:3 ), não desfalecerão. O que pesa sobre os cristãos hoje é a correção do Senhor, e não a oposição dos pecadores, pois Ele já os recebeu por filhos.
A correção do Senhor serve para demonstrar que os cristãos são verdadeiramente seus filhos, e que precisam permanecer participantes de sua Santidade.
A correção do Senhor demonstra simplesmente que o cristão foi recebido por filho, e que não é bastardo. Jamais a correção ou a disciplina é o elemento que Santifica o homem.
SANTIFICAÇÃO,
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SANTIFICAÇÃO, PURIFICAÇÃO OU MORTE ESPIRITUAL
Assunto: CEGO ESPIRITUAL.
Lucas- 6:39-42 – E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura um cego guiar outro cego? Não!!! Porque irão cair na mesma cova!
Trata-se de um cego espiritual, que se encontra ainda em pecado espiritual, mas que se considera são, a ponto de se achar em condição de poder guiar outro que é cego. Para que possamos sair da condição de cegueira espiritual, em primeiro lugar, precisamos arrepender do pecado e nascer de novo. (João-3)Precisamos aprender na Palavra de Deus, tudo sobre o pecado, carnal e espiritual, para nos purificarmos de tudo que está oculto na mente . Devemos buscar a Pessoa do Espirito Santo.
Nascer de novo: é desejar ser revestido pelo Espírito Santo, e através do ensino da Palavra de Deus-com o coração humilde- estar sempre disposto a corrigir os próprios erros.
Lucas- 6:41- E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?
Lucas- 6:42- Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.
Lucas- 6:41- E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?
Lucas- 6:42- Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.
Um cego que guia outro cego, é certo que irão cair juntos no mesmo buraco, no mesmo problema. Para guiar um cego , sem conhecer o Caminho Verdadeiro de Cristo, estará sem direção, não terá condição de chegar a lugar nenhum. Terá uma grande decepção na vida, as conseqüências serão desastrosas, para ele e para o que está sendo guiado por ele. Além de não chegar no destino desejado, não conseguirá solucionar os problemas do outro. Será muito triste, ambos poderão sofrer prejuízos espirituais, emocionais e físicos. Temos que nos espelhar em alguém com experiência espirituais, cheio do Espirito de Deus. Ore sempre pelos seus pastores e ministros espirituais para que eles sejam dignos de serem homens e mulheres de Deus, com caráter aprovado, com autoridade divina para dar direção certa, receber exortação sobre o pecado e serem corrigidos. Mas quando estamos doentes dos olhos mentais, certamente a visão do problema alheio será distorcida.
É muito importante lidar honestamente com os nossos próprios pecados, para que possamos estar em melhores condições de ajudar o próximo.
É muito importante lidar honestamente com os nossos próprios pecados, para que possamos estar em melhores condições de ajudar o próximo.
Esta exortação é específica para aquele que quer entrar no Reino de Deus como ministro genuíno da Palavra de Deus. Por isso, é que Jesus exorta o homem de Deus. Como poderá ensinar a “Palavra” se ainda não aprendeu andar no Caminho reto do Senhor como um bom despenseiro de Cristo? “Só tem teoria”, mas não tem se quer praticado!!!
Comparação: alistar-se num exército de guerra, para aprender somente a teoria, tudo que se diz de guerra, e NÃO exercitar? Como se defender do ataque?! Ou como atacar o inimigo que vier pela frente?!
Conhecendo o inimigo:
Qual é a intenção do inimigo?
Quais são as artimanhas e ataques do inimigo?
Quais são as armas que ele usa para atacar?
Quais são as estratégias e caminhos traçados por ele?
Quando somos convocados- “chamados”- para a guerra civil ou militar, já devemos ter exercitado, devemos estar pronto para enfrentar pelo caminho qualquer ataque do nosso inimigo. Por isto, que entramos num exército, para aprender com pessoas que já sabem lutar nesta guerra. “Conhecimentos e Experiências Espirituais”, e todas as artimanhas do nosso adversário, que poderá nos surpreender. O que devemos fazer quando isto acontecer? Se você não aprendeu expulsar um demônio, como poderá ensinar outro a se livrar do ataque deste tão sagaz inimigo, que engana a qualquer pessoa inexperiente?!? Como poderá falar do Evangelho de Cristo, e não aprendeu o que o Mestre ensinou a todo tempo, sobre as ardis deste inimigo?
Assim é este trabalho espiritual, a nossa luta não é contra os seres humanos, e sim contra as forças das potestades do inferno, contra o príncipe das trevas, “o príncipe deste mundo” que tem cegado a muitos pastores e ministros da “Palavra”. (Efésios. 6:12) (2Pedro.1:1à 9) (Apocalipse- 3:17).
Nossas armas: Não é, metralhadoras,nem mísseis, nem bombas, e nem ficar de braços cruzados, enquanto o diabo deita e rola no meio das ovelhas dentro da Igreja, e não tendo quem as livre. A nossa boca e a nossa arma, é que através da “Palavra de guerra,” devemos usar a autoridade que o Mestre nos deu para expulsar ele da casa, deixar livre as ovelhas, para serem cheias da “Palavra” e do Espírito Santo do Senhor Jesus.
Mas as nossas armas de guerra são: - saber manejar bem a Palavra de Deus; depositar a nossa fé na pregação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, como “Mestre” e instrutor, nesta guerra espiritual; combater as ciladas do diabo- o príncipe deste mundo- que cega mentalmente as pessoas, levando-as ao pecado que mata espiritualmente. (Efésios- 6:11,12).
O campo de batalha é a nossa mente carnal. A força do nosso inimigo, está na boca do ímpio que usa a “Palavra de Deus”, distorcida, tentando enganar o tempo todo as vidas humanas nesta terra. O espírito pode estar forte, mas a carne é propensa para o mal, por isso devemos estar exercitando a Palavra de Deus, orando e vigiando, crucificando a nossa carne, os nossos desejos, para não cairmos na mão do inimigo, que está rugindo como leão ao nosso derredor, preparando armadilhas espirituais, religiosas, usando o Nome do Senhor Jesus, parecendo ser verdadeiro,com vestes de santo bonzinho, mas engana, principalmente as pessoas fracas, sem conhecimento. Não devemos fugir do diabo, devemos enfrentá-lo bem de frente, ele é que deve fugir. Abra sua boca, para confrontar com o inimigo, devemos estar preparado com todas as nossas armas espirituais, cheios do Espírito Santo de Deus, fortalecidos espiritualmente. A carne, para nada presta, só atrapalha, é necessário “desligar”, fazer adormecer o desejo da carne, tudo o que a carne deseja é cobiça dos olhos, é soberba da vida. Um grande perigo de cair nas ciladas, nas artimanhas, nos ardis de Satanás. Conheça e aprenda todos os pecados que desagrada a Deus. O pecado que habita em nossa carne através dos nossos membros, é a comida, é o prato predileto que sustenta Satanás.
É do pecado, que temos que fugir, porque é através do pecado, que se dar sustento, força, poder, para Satanás agir sobre nossa vida terrena. É por isso, que Jesus manda vigiar nossa mente o tempo todo, para que, não venhamos cair na tentação de praticar o pecado. Porque todo e qualquer pecado que cometemos, primeiro é praticado em nossa mente. Muitos estão errados vigiando o seu próximo, e esquece que você é que tem que vigiar a sua própria mente. ( RM 6:1 à 23 – 8:à 39-). É justamente o que ele quer, porque o pecado na mente atinge diretamente a nossa alma. É o pecado na alma que nos leva a cometer o suicídio, a morte espiritual. São os nossos pensamentos que enganam o “nosso coração”, o“nosso EU”, o”nosso EGO”, a”nossa vaidade”, o “nosso orgulho”. Temos que vencer o pecado dentro de nós e purificarmos a nossa alma.Aprender com sabedoria, o que vem de Deus, fazendo a purificação em nossa mente, então, nossos membros ficarão adormecidos para o pecado na carne, e, com o nosso espírito, poderemos glorificar ao nosso Senhor Jesus Cristo.
Esvaziando de nós mesmos, e entregando-nos nas mãos do Senhor Jesus, aí sim, estaremos prontos para podermos exortar outras vidas, tirando-as deste mundo pecaminoso e cheio de trevas. E, com isso, vamos trabalhando nesta seara de pescadores de almas para o Reino de Deus.
Deus abençoe a todos!!!
Santificação
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Santificação
Através de toda a Bíblia, a santificação tem sido um elemento essencial na relação entre Deus e seu povo. Esta qualidade de ser separado do pecado é uma característica fundamental da santidade de Deus, que tem que ser desenvolvida como parte do caráter de seus filhos. Depois de observar brevemente a importância da santificação através de toda a Bíblia, consideraremos as implicações de um texto desafiador na segunda carta de Paulo aos cristãos em Corinto.
Deus Quer um Povo Santo
Desde a criação, Deus quis um povo santo. Ele desejou uma comunhão especial com os homens que fossem capazes de andar com ele e falar com ele numa união especial. Mas a própria natureza de Deus estabelece limites para tal associação. Seu caráter santo não pode permitir ser contaminado pelo pecado e pela corrupção. Os homens só podem estar na sua presença se forem puros.
Adão e Eva andavam no mesmo jardim que Deus, e falavam com ele. Mas logo pecaram e perderam esta convivência especial. Foram expulsos do jardim do Éden separados de Deus o que foi a morte espiritual que Deus havia prometido como conseqüência do pecado (Gênesis 2:17; 3:23-24). Povo sem santidade não podia permanecer na presença do santo Deus.
Depois que gerações de pecadores morreram num mundo corrompido, Deus escolheu os descendentes de Abraão para serem um povo santo. Ele os separou da má influência dos senhores egípcios e preparou uma terra onde poderiam habitar livres da corrupção dos povos idólatras. Ele até mesmo lhes deu uma lei especial, que ressaltava a distinção entre o puro e o impuro. Deus explicou a necessidade da pureza deles quando lhes deu essa lei:
"Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo. . . Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo" (Levítico 11:44-45).
Contudo, o povo que Deus havia selecionado excepcionalmente e resgatado não permaneceu santo. Os israelitas repetidamente exibiram seu pecado aos olhos de Deus. Ele às vezes avisou que poderia entrar no meio da congregação pecaminosa e destruir o povo (Êxodo 33:5; Números 16:44-45). Por quê? Simplesmente porque não pode haver comunhão entre a santidade de Deus e a impureza do homem. O homem tem que ser purificado, ou morrerá (veja Isaías 6:1-7).
Deus ainda quer um povo santo, e providenciou, através de Cristo, o meio de purificar os pecadores para servirem-no. Os cristãos são o povo santo de Deus (1 Pedro 2:5,9). Aqueles que se dizem ser seguidores de Jesus deverão conduzir-se como um povo santificado e purificado da impureza do mundo.
A Santificação é Essencial para ter Comunhão com Deus
(2 Coríntios 6:14 - 7:1)
A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião. Os cristãos eram freqüentemente tentados a voltar às más práticas do mundo. Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento. Consideremos seu ensinamento em 2 Coríntios 6:14 - 7:1.
Paulo ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão. Nos versículos 14 e 15 ele disse:
"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?"
Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso. Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão. Os cristãos pecam (1 João 1:8,10), mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com ele (1 João 1:9; 2:1).
Certas religiões e filosofias orientais ensinam que o bem tem que ser contrabalançado pelo mal e que cada bem é manchado por alguma quantidade de mal. Tais idéias contradizem frontalmente o ensinamento da Bíblia. Bem e mal são distintos e não podem existir em harmonia. Os discípulos de Cristo não podem comprometer-se com o erro.
Esta santificação é baseada em nossa relação com Deus. Paulo continuou nos versículos 16 a 18 a dizer que a base para esta santificação é nossa relação com Deus. Nestes versículos, ele usa a linguagem das passagens do Velho Testamento para mostrar que Deus ainda deseja um povo santo:
"Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso."
O desejo básico de Deus permanece inalterado. Ele quer ter íntima comunhão com seu povo santo. Mas um Deus puro não pode ter amizade com pecado; portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza. Mas, para que não vejamos isto como uma tarefa desagradável de renúncia, teremos que nos lembrar do grande privilégio que é descrito aqui, especialmente no versículo 18. O Deus Todo-poderoso do universo, nosso grande Criador e Redentor, quer ser nosso Pai. Os cristãos têm imenso privilégio de serem chamados filhos e filhas do próprio Deus!
Que faremos para aproveitar desta abençoada amizade com Deus? O primeiro versículo do capítulo 7 oferece a conclusão prática desta passagem:
"Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifi-quemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aper-feiçoando a nossa santi-dade no temor de Deus."
Por causa do grande privilégio de sermos chamados filhos e filhas de Deus, temos que nos purificar de toda impureza. Não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.
Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.
Temos que ser limpos de que tipos de impureza? Paulo menciona duas amplas categorias de pecado que têm que ser expurgadas de nossas vidas:
Impureza da carne. Isto incluiria todas as formas de imoralidade e mundanismo. Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas. Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus (veja Gálatas 5:19-21; 1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:8).
Impureza do espírito. Impureza espiritual e religiosa também têm que ser removidas de nossas vidas. Os cristãos em Corinto estavam rodeados pela idolatria, por isso Paulo usou este exemplo específico. Estamos rodeados de uma variedade de doutrinas humanas e filosofias, práticas de espiritismo, adoração de santos e de imagens, etc. O verdadeiro cristão não pode continuar a participar de tais práticas impuras. Temos que limpar-nos de qualquer mal deste tipo (1 Coríntios 10:14), adorando somente a Deus (Mateus 4:10). Nossa adoração a Deus tem que ser de acordo com sua verdade (João 4:24). Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.
Aplicações em nossa Sociedade
Vivemos num mundo que tem sido manchado, por milhares de anos, pelo pecado. Estamos rodeados por violência, pornografia, desonestidade e falsa religião. Deus não pretende que nos isolemos deste mundo (João 17:14-21), mas que fujamos dos seus pecados (1 Timóteo 6:11) e brilhemos como luzes num mundo de trevas (Mateus 5:14-16). Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado. É nossa responsabilidade seguir seus passos:
"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).
por Dennis Allan
Através de toda a Bíblia, a santificação tem sido um elemento essencial na relação entre Deus e seu povo. Esta qualidade de ser separado do pecado é uma característica fundamental da santidade de Deus, que tem que ser desenvolvida como parte do caráter de seus filhos. Depois de observar brevemente a importância da santificação através de toda a Bíblia, consideraremos as implicações de um texto desafiador na segunda carta de Paulo aos cristãos em Corinto.
Deus Quer um Povo Santo
Desde a criação, Deus quis um povo santo. Ele desejou uma comunhão especial com os homens que fossem capazes de andar com ele e falar com ele numa união especial. Mas a própria natureza de Deus estabelece limites para tal associação. Seu caráter santo não pode permitir ser contaminado pelo pecado e pela corrupção. Os homens só podem estar na sua presença se forem puros.
Adão e Eva andavam no mesmo jardim que Deus, e falavam com ele. Mas logo pecaram e perderam esta convivência especial. Foram expulsos do jardim do Éden separados de Deus o que foi a morte espiritual que Deus havia prometido como conseqüência do pecado (Gênesis 2:17; 3:23-24). Povo sem santidade não podia permanecer na presença do santo Deus.
Depois que gerações de pecadores morreram num mundo corrompido, Deus escolheu os descendentes de Abraão para serem um povo santo. Ele os separou da má influência dos senhores egípcios e preparou uma terra onde poderiam habitar livres da corrupção dos povos idólatras. Ele até mesmo lhes deu uma lei especial, que ressaltava a distinção entre o puro e o impuro. Deus explicou a necessidade da pureza deles quando lhes deu essa lei:
"Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo. . . Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo" (Levítico 11:44-45).
Contudo, o povo que Deus havia selecionado excepcionalmente e resgatado não permaneceu santo. Os israelitas repetidamente exibiram seu pecado aos olhos de Deus. Ele às vezes avisou que poderia entrar no meio da congregação pecaminosa e destruir o povo (Êxodo 33:5; Números 16:44-45). Por quê? Simplesmente porque não pode haver comunhão entre a santidade de Deus e a impureza do homem. O homem tem que ser purificado, ou morrerá (veja Isaías 6:1-7).
Deus ainda quer um povo santo, e providenciou, através de Cristo, o meio de purificar os pecadores para servirem-no. Os cristãos são o povo santo de Deus (1 Pedro 2:5,9). Aqueles que se dizem ser seguidores de Jesus deverão conduzir-se como um povo santificado e purificado da impureza do mundo.
A Santificação é Essencial para ter Comunhão com Deus
(2 Coríntios 6:14 - 7:1)
A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião. Os cristãos eram freqüentemente tentados a voltar às más práticas do mundo. Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento. Consideremos seu ensinamento em 2 Coríntios 6:14 - 7:1.
Paulo ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão. Nos versículos 14 e 15 ele disse:
"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?"
Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso. Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão. Os cristãos pecam (1 João 1:8,10), mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com ele (1 João 1:9; 2:1).
Certas religiões e filosofias orientais ensinam que o bem tem que ser contrabalançado pelo mal e que cada bem é manchado por alguma quantidade de mal. Tais idéias contradizem frontalmente o ensinamento da Bíblia. Bem e mal são distintos e não podem existir em harmonia. Os discípulos de Cristo não podem comprometer-se com o erro.
Esta santificação é baseada em nossa relação com Deus. Paulo continuou nos versículos 16 a 18 a dizer que a base para esta santificação é nossa relação com Deus. Nestes versículos, ele usa a linguagem das passagens do Velho Testamento para mostrar que Deus ainda deseja um povo santo:
"Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso."
O desejo básico de Deus permanece inalterado. Ele quer ter íntima comunhão com seu povo santo. Mas um Deus puro não pode ter amizade com pecado; portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza. Mas, para que não vejamos isto como uma tarefa desagradável de renúncia, teremos que nos lembrar do grande privilégio que é descrito aqui, especialmente no versículo 18. O Deus Todo-poderoso do universo, nosso grande Criador e Redentor, quer ser nosso Pai. Os cristãos têm imenso privilégio de serem chamados filhos e filhas do próprio Deus!
Que faremos para aproveitar desta abençoada amizade com Deus? O primeiro versículo do capítulo 7 oferece a conclusão prática desta passagem:
"Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifi-quemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aper-feiçoando a nossa santi-dade no temor de Deus."
Por causa do grande privilégio de sermos chamados filhos e filhas de Deus, temos que nos purificar de toda impureza. Não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.
Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.
Temos que ser limpos de que tipos de impureza? Paulo menciona duas amplas categorias de pecado que têm que ser expurgadas de nossas vidas:
Impureza da carne. Isto incluiria todas as formas de imoralidade e mundanismo. Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas. Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus (veja Gálatas 5:19-21; 1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:8).
Impureza do espírito. Impureza espiritual e religiosa também têm que ser removidas de nossas vidas. Os cristãos em Corinto estavam rodeados pela idolatria, por isso Paulo usou este exemplo específico. Estamos rodeados de uma variedade de doutrinas humanas e filosofias, práticas de espiritismo, adoração de santos e de imagens, etc. O verdadeiro cristão não pode continuar a participar de tais práticas impuras. Temos que limpar-nos de qualquer mal deste tipo (1 Coríntios 10:14), adorando somente a Deus (Mateus 4:10). Nossa adoração a Deus tem que ser de acordo com sua verdade (João 4:24). Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.
Aplicações em nossa Sociedade
Vivemos num mundo que tem sido manchado, por milhares de anos, pelo pecado. Estamos rodeados por violência, pornografia, desonestidade e falsa religião. Deus não pretende que nos isolemos deste mundo (João 17:14-21), mas que fujamos dos seus pecados (1 Timóteo 6:11) e brilhemos como luzes num mundo de trevas (Mateus 5:14-16). Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado. É nossa responsabilidade seguir seus passos:
"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).
por Dennis Allan
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